26 fevereiro, 2008

Day 2

Nada como começar o dia bem cedinho e tomar um pequeno-almoço tipico, cheio de feijões, cogumelhos, pães esquisitos, tomate grelhado, entre outros mimos. Resultado: a Paulinha ficou agoniada durante um bom bocado, mas nada que a revigorante caminhada até ao Madame Toussaud nãio curasse. Não, desta vez não nos perdemos, porque já tinhamos passado por lá na noite anterior, quando, ai sim, estavamos perdidos.
No Madame Toussaud foi um regabofe pegado. Como chegámos antes daquilo abrir, e tinhamos um voucher maravilha que nos livrava das filas, fomos os primeiros a entrar. As figurinhas que fizemos, meu deus... (Ps: já que fui aqui acusada de difamar o pobrezinho do João Nabais - e já que tenho a fama, fico com o proveito - aproveito para dizer que ele tem medo das figuras de cera, ahahahahah). Regalem-se com estas preciosidades:

De seguida, metro conosco! From Baker Street to London Tower. Fotografias a tudo a mais alguma coisa! Tinhamos bilhetes para o London Dungeon e eu, que destesto coisas que assustam, lá fui meio a choramingar, arrependidissima de ter comprado o raio dos bilhetes. Agora, que estou longe daquilo, confesso que é muito giro. É uma atração que recria os momentos "negros" da história de Londres, como o Jack o Estripador, o Sweeney Tood, a peste, o grande fogo de Londres, entre outros. Ora, como se pode calcular, berrei que me fartei, punha-me ao pé das criançinhas e das avózinhas (para me proteger, pois claro), e sempre que possível enfiava a cabeça das costas do meu mais que tudo. Foi ainda mais giro no fim, quando nos "enforcam". Aí alguém estava todo borradinho (não vou dizer quem, mas como usei a forma masculina deve estar bem explicito).

Almoço no bom e velho MacDonnalds (ai, os spicy veggies...) e rumo ao centro de Londres. Desta vez tinhamos mesmo que ir a pé, há sempre alguma coisa para ver. Lá achei a Fleet Street (eu bem disse que ia à procura dela, não disse?), e seguimos até Covent Garden, ChinaTown e Big Ben, sim de novo, porque alguém (eu!) teimou que ainda não tinha fotos suficientes.

Nesta altura os pés já estavam feitos em cacos. Até o Nabeco reconheceu que era melhor irmos para o hotel de metro (só para verem o nível de cansaço!). Depois de uma sesta, saimos para jantar e para dar um pequeno passeio. Sim, pequeno, estavamos mesmo muito cansados... Oxford Street, ruas manhosas até ao Soho, e depois não sei... Só sei que quando demos por nós tinhamos andado imenso e estavamos num sítio um bocado mafioso. Decidimos olhar para o mapa, seguimos em direcção ao rio (que estava longe pra caraças!), e lá retomámos caminho. Centro de Londres again. Há sempre coisas para ver!

Desta vez, e apesar do pseudo pequeno passeio ter acabado numa caminhada de horas!, voltamos a pé para o hotel. O Nabeco teimou comigo que sabia o caminho. Não sabia. Perdemo-nos. Andámos e andámos. Muito. Eu diria até demasiado... A Paulinha parava em todas as paragens de autocarro, não só para se descalçar, mas principalmente para suspirar e olhar saudosamente para o autocarro 36, que sabia que passava mesmo em frente ao hotel. Mas não, haviamos de voltar a pé! Era uma questão de honra (honra essa que eu trocaria sem pestanejar desde que voltasse para o hotel de cú tremido). Fui a refilar e a chamar nomes menos simpáticos ao meu amor, durante todo o longo e sinuoso caminho. Acho que me devem ter chegado as lágrimas aos olhos quando vi a cama...

Porque recordar é viver... :)

London Tower

London Bridge

As tão necessárias instruções para atravessar a estrada - Benditas sejam!


E cá está, a prova do crime! Não encontrámos nenhuma loja de meat pies, mas encontrámos uma barber shop!
Covent Garden - Adoro este sítio!


De reparar na cara de frete do meu amor. Mas eu não quero saber, "dá-me mas é uma beijoca e cala-te!"

Porcaria prós candeeiros que não deixam a malta tirar uma fotografia como deve ser! E caso queiram saber, o céu esteve sempre assim, de um cinzento muito escuro, quase quase quase preto, mas não caiu nem uma pinguinha!

(Amanhã não percam o último episódio desta saga!)

2 comentários:

Sarpha disse...

ehehehehe eu nuncame perco curto é de fazer os caminhos mais longos ora essa

Sónia R. disse...

As fotos do museu estão demais :p